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Citação de Cassia em maio 6, 2025, 12:54 pmDe repente me lembro de meus lustres mágicos pendurados por toda parte, quadros falantes pelas paredes. Cortinas mágicas em cores coloridas dançantes em minha galeria de arte. Flores encantadas e uma nascente junto a montanha, o cheirinho de chá fresco e a lenha no fogão, em algum lugar da casa um bater de um coração, um sorriso e o harmonioso canto de uma cigarra. Toalhas bordadas por toda parte, e histórias ouvidas por uma velha cadeira de balanço. Biscoitos quentinhos, um ronronar de um gato. Estilhaços de sorrisos ecoando pela casa, ouço passos na escada e lá fora o lençol balançando no varal, um riso tímido apaixonado e a lembrança enamorada da minha velha solidão, enquanto o vento sopra levemente, timidamente embalando meu coração de poeta junto a minha imaginação. Um pensamento gritante em silêncio em meio a solidão da minha existência poética chamada desilusão, apaixonada pelas borboletas que dançam lá fora no jardim, enquanto você me olha sem nem mesmo perceber, que lustres mágicos se balançam por toda parte enquanto você me olha e me namora com esse largo sorriso de menina em meio a minha loucura que me faz me sentir tão lúcida tão nua, tão vestida de mim. Enquanto suas mãos me namoram me fazendo exalar meu perfume de flor. Desabrochando feito asas de borboletas mágicas ao redor do vento que sopra os meus cabelos ao dançar na chuva pelada no meio da rua vestida de noiva ao ser tocada por você. E logo saio do meu entorpecer e lembro que tudo isso não passa de devaneios de um poeta solitário sonhador, pensando no que havia de ter sido se eu tivesse te conhecido, amor.
De repente me lembro de meus lustres mágicos pendurados por toda parte, quadros falantes pelas paredes. Cortinas mágicas em cores coloridas dançantes em minha galeria de arte. Flores encantadas e uma nascente junto a montanha, o cheirinho de chá fresco e a lenha no fogão, em algum lugar da casa um bater de um coração, um sorriso e o harmonioso canto de uma cigarra. Toalhas bordadas por toda parte, e histórias ouvidas por uma velha cadeira de balanço. Biscoitos quentinhos, um ronronar de um gato. Estilhaços de sorrisos ecoando pela casa, ouço passos na escada e lá fora o lençol balançando no varal, um riso tímido apaixonado e a lembrança enamorada da minha velha solidão, enquanto o vento sopra levemente, timidamente embalando meu coração de poeta junto a minha imaginação. Um pensamento gritante em silêncio em meio a solidão da minha existência poética chamada desilusão, apaixonada pelas borboletas que dançam lá fora no jardim, enquanto você me olha sem nem mesmo perceber, que lustres mágicos se balançam por toda parte enquanto você me olha e me namora com esse largo sorriso de menina em meio a minha loucura que me faz me sentir tão lúcida tão nua, tão vestida de mim. Enquanto suas mãos me namoram me fazendo exalar meu perfume de flor. Desabrochando feito asas de borboletas mágicas ao redor do vento que sopra os meus cabelos ao dançar na chuva pelada no meio da rua vestida de noiva ao ser tocada por você. E logo saio do meu entorpecer e lembro que tudo isso não passa de devaneios de um poeta solitário sonhador, pensando no que havia de ter sido se eu tivesse te conhecido, amor.
Citação de JC BRIDON em maio 6, 2025, 2:15 pmUma declaração poética ao amado que deixou marcas profundas
por não ter sido encontrado no tempo de vida.
Parabéns
Abraços
Bridon
Uma declaração poética ao amado que deixou marcas profundas
por não ter sido encontrado no tempo de vida.
Parabéns
Abraços
Bridon