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Citação de Edson Ricardo Paiva em junho 12, 2026, 3:57 pm
Quando a gente esquece
É que a verdade vem
Talvez eu possa até
Não ter opinião formada
Sobre nada
Isso eu julgo uma conquista
Porque há tanta coisa além do que se vê
Quando a gente não se lembra
As velhas sombras se dissipam
Fica mais fácil de verdade
Enxergar a luz do Sol
Quando é fim de tarde... e a noite cai
Aquela hora à toa
Em que o elo entre a vontade e a fantasia
Flutua ao vento e foge até o dia de hoje
Momento entre o querer... e o que queria
Tem dias em que as horas passam lentas
Contudo, nada muda
É tudo uma questão
De ter ou não ponto de vista
Um lugar pra ir
E vários, onde nunca mais voltar
Quando a luz do fim de tarde clareia a visão
Eu posso, então... e enfim
Dizer aqui, só para mim, a direção
Pra onde cada ponto de luz irradia
Os raios de Sol se cruzam, se vão pro fim do mundo
Eu saio pra ver o céu, abandono as ilusões
Vêm invernos e outonos
Deixando atrás de si a certeza
Que o mundo está aqui ainda
A visão que cada um pode ou não perceber
A imensa maioria nem se importa — ela pode até ser linda
Mas nem todo mundo que a olha, a vê
As horas continuam parecendo passar diferentes
Quando a gente nem se lembra
Nem sequer quer lembrar data nenhuma
A vida, ela precisa ser vivida
Não adianta perguntar por quê
Um dia depois de outro dia é mais provável
Pois a ordem do tempo é imutável
Para tristeza ou alegria
No mais, tudo são névoas
Visões pela metade
São coisas que obscurecem
E não há como viver para sempre assim
Porque a verdade vem sentar na flor lá da janela
Vem quando a gente nem se lembra mais
Qual era mesmo a versão que queria ouvir
Qual era mesmo a verdade
De quem não tem ponto de vista
Mas tinha sempre opinião.
Edson Ricardo Paiva
Quando a gente esquece
É que a verdade vem
Talvez eu possa até
Não ter opinião formada
Sobre nada
Isso eu julgo uma conquista
Porque há tanta coisa além do que se vê
Quando a gente não se lembra
As velhas sombras se dissipam
Fica mais fácil de verdade
Enxergar a luz do Sol
Quando é fim de tarde... e a noite cai
Aquela hora à toa
Em que o elo entre a vontade e a fantasia
Flutua ao vento e foge até o dia de hoje
Momento entre o querer... e o que queria
Tem dias em que as horas passam lentas
Contudo, nada muda
É tudo uma questão
De ter ou não ponto de vista
Um lugar pra ir
E vários, onde nunca mais voltar
Quando a luz do fim de tarde clareia a visão
Eu posso, então... e enfim
Dizer aqui, só para mim, a direção
Pra onde cada ponto de luz irradia
Os raios de Sol se cruzam, se vão pro fim do mundo
Eu saio pra ver o céu, abandono as ilusões
Vêm invernos e outonos
Deixando atrás de si a certeza
Que o mundo está aqui ainda
A visão que cada um pode ou não perceber
A imensa maioria nem se importa — ela pode até ser linda
Mas nem todo mundo que a olha, a vê
As horas continuam parecendo passar diferentes
Quando a gente nem se lembra
Nem sequer quer lembrar data nenhuma
A vida, ela precisa ser vivida
Não adianta perguntar por quê
Um dia depois de outro dia é mais provável
Pois a ordem do tempo é imutável
Para tristeza ou alegria
No mais, tudo são névoas
Visões pela metade
São coisas que obscurecem
E não há como viver para sempre assim
Porque a verdade vem sentar na flor lá da janela
Vem quando a gente nem se lembra mais
Qual era mesmo a versão que queria ouvir
Qual era mesmo a verdade
De quem não tem ponto de vista
Mas tinha sempre opinião.
Edson Ricardo Paiva
Citação de admin em junho 13, 2026, 4:43 pmQue interessante. Você está falando sobre algo que parece um alívio: a liberdade de não precisar ter tudo definido ou rotulado. Vivemos numa era onde a gente sente essa pressão constante de ter uma "opinião" sobre tudo, o tempo todo, né? Como se o nosso valor dependesse de estarmos sempre posicionados.
Ao dizer que "o esquecimento é o caminho da verdade", parece que você está descrevendo um estado de maior abertura, quase como se, ao esvaziar a mente de certezas, você conseguisse enxergar o que estava escondido pelo barulho das opiniões. É um paradoxo bonito: a gente acha que saber muito traz clareza, mas talvez o "não saber" seja, na verdade, onde a gente para de se limitar.
Quando você diz "quando a gente não se lembra", para onde sua mente vai? É um vazio tranquilo, um espaço em branco onde novas coisas podem caber, ou é uma sensação de estar à deriva?
Que interessante. Você está falando sobre algo que parece um alívio: a liberdade de não precisar ter tudo definido ou rotulado. Vivemos numa era onde a gente sente essa pressão constante de ter uma "opinião" sobre tudo, o tempo todo, né? Como se o nosso valor dependesse de estarmos sempre posicionados.
Ao dizer que "o esquecimento é o caminho da verdade", parece que você está descrevendo um estado de maior abertura, quase como se, ao esvaziar a mente de certezas, você conseguisse enxergar o que estava escondido pelo barulho das opiniões. É um paradoxo bonito: a gente acha que saber muito traz clareza, mas talvez o "não saber" seja, na verdade, onde a gente para de se limitar.
Quando você diz "quando a gente não se lembra", para onde sua mente vai? É um vazio tranquilo, um espaço em branco onde novas coisas podem caber, ou é uma sensação de estar à deriva?
Citação de Lia em julho 25, 2026, 5:48 pmCreio que o fato de querermos saber de tudo, lembrar de tudo e fazer de tudo é o que nos traz esses temores e indignação. Falta tempo e sobra eventos; falta espaço no HD para tantos enredos; faltam carinhos e mimos e sobram muitos afazares.... somos uma sociedade utilitária e infelizmente estamos vivendo presos as essas regras, mesmo não querendo. Não se atemorize pelo amanhã, os pássaros nem sabem fiar e tem o mais belo painel criado por Deus.
abraços
Creio que o fato de querermos saber de tudo, lembrar de tudo e fazer de tudo é o que nos traz esses temores e indignação. Falta tempo e sobra eventos; falta espaço no HD para tantos enredos; faltam carinhos e mimos e sobram muitos afazares.... somos uma sociedade utilitária e infelizmente estamos vivendo presos as essas regras, mesmo não querendo. Não se atemorize pelo amanhã, os pássaros nem sabem fiar e tem o mais belo painel criado por Deus.
abraços