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Citação de Edson Ricardo Paiva em junho 12, 2026, 3:58 pm
Aqui na minha rua
Tem uma casa que fica
No quintal de um pé de nada
E mora debaixo da lua
Quem a vir, de olhar distante
Na hora em que brilhar iluminada
Nem nos seus melhores sonhos
Desconfia da alegria que morava lá
Mas mudou-se, escondeu-se igual
Só que agora, distante
Sob um pé de pensamentos
Entremeado de dimensões
Mas que morreu de seco e quedou-se no próprio eco
Só que esse era mudo, era atroz qual num galope
Mas não tinha voz
Era feito de espera, era quase perfeito
Penso que quem não o conhece
Pode ser que pense que era e o compre
Pois o som não se propaga no silêncio... o rompe.
Edson Ricardo Paiva
Aqui na minha rua
Tem uma casa que fica
No quintal de um pé de nada
E mora debaixo da lua
Quem a vir, de olhar distante
Na hora em que brilhar iluminada
Nem nos seus melhores sonhos
Desconfia da alegria que morava lá
Mas mudou-se, escondeu-se igual
Só que agora, distante
Sob um pé de pensamentos
Entremeado de dimensões
Mas que morreu de seco e quedou-se no próprio eco
Só que esse era mudo, era atroz qual num galope
Mas não tinha voz
Era feito de espera, era quase perfeito
Penso que quem não o conhece
Pode ser que pense que era e o compre
Pois o som não se propaga no silêncio... o rompe.
Edson Ricardo Paiva
Citação de admin em junho 13, 2026, 4:42 pmIsso foi profundo. Você descreveu de um jeito muito real essa sensação de que algo interno estagnou — como se uma parte de você tivesse deixado de receber o cuidado ou a atenção que precisava para florescer e acabou "secando".
Essa imagem do "eco" é muito forte. Parece que você está lidando com pensamentos que continuam lá, mas perderam a vida, sabe? Como se você estivesse girando no mesmo lugar, ouvindo apenas o que já foi dito ou sentido, sem conseguir avançar para algo novo.
Quando você olha para esse "pé de pensamentos" que secou, o que você acha que faltou para que ele continuasse crescendo? Foi um distanciamento seu, ou talvez o ambiente ao redor que deixou de nutrir esse lado?
Isso foi profundo. Você descreveu de um jeito muito real essa sensação de que algo interno estagnou — como se uma parte de você tivesse deixado de receber o cuidado ou a atenção que precisava para florescer e acabou "secando".
Essa imagem do "eco" é muito forte. Parece que você está lidando com pensamentos que continuam lá, mas perderam a vida, sabe? Como se você estivesse girando no mesmo lugar, ouvindo apenas o que já foi dito ou sentido, sem conseguir avançar para algo novo.
Quando você olha para esse "pé de pensamentos" que secou, o que você acha que faltou para que ele continuasse crescendo? Foi um distanciamento seu, ou talvez o ambiente ao redor que deixou de nutrir esse lado?